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  • Touradas – O Sangrento Espetáculo da Morte.wmv

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    QUANDO O TOURO acerta em cheio o traseiro do toureiro, minha alma grita “bem feito!”. Um caso raro, porque nesse embate o homem é sempre o vencedor. O animal dispõe apenas de seus chifres e de sua força. O toureiro, de cavalo veloz, lanças afiadas, malícia e estratégia.
    Depois de muitos avanços inúteis no sentido de alcançar o alvo, o touro, aos poucos, perde as forças. Dá-se início à tortura. O toureiro começa a enfiar lanças no dorso do animal. O povo se anima. O espetáculo se aproxima do ponto mais emocionante. Velhos e jovens, mulheres e crianças ficam atentos aos detalhes.
    O touro está banhado de sangue, um sangue carmesim que contrasta com a sua pele escura. Vencido pelo cansaço e por uma dor inigualável, ajoelha-se diante do seu carrasco. Não tem energia nem para um último berro, como se fora um pedido de misericórdia. A matança é sem misericórdia. O povo aplaude. Chega o momento mais emocionante. O carrasco segura com as duas mãos uma afiada lança e a crava com força nas costas do animal. Depois, num gesto final de humilhação dá as costas para o animal, e, eufórico, recebe os aplausos e os gritos de contentamento da multidão. Agradecido e feliz pelo bom trabalho realizado, atira seu chapéu para o alto e corre para receber o seu salário. Todos vão para casa alegres e satisfeitos por mais um domingo de muita emoção.
    Quem é mais irracional, o touro ou o homem?
    O homem faz o mesmo com seu semelhante: mata pelo simples prazer de matar. O homem do nosso século é o mesmo de dois mil anos atrás. A crucificação de marginais alegrava os corações. O martírio de Jesus e mais dois homens foi uma festa. O povo saiu da monotonia do quotidiano.
    As touradas são um péssimo exemplo de como se deve torturar um animal até a morte. Em que evoluímos?
    Deus abomina essa violência contra os animais. Vejam o que Ele disse a Jonas: “E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que estão mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?” (Jn 4.11). E diz mais em Provérbios: “O justo tem consideração pela vida dos seus animais, mas as afeições dos ímpios são cruéis” (Pv 12.10).
    “O viver em retidão, segundo a vontade de Deus, inclui a bondade para com os animais. Eles são úteis aos seres humanos, concernente ao companheirismo, trabalho, alimentação, e nunca devemos maltratá-los, nem deles fazer uso de modo cruel (Gn 1.18; 9.3; 24.32; Dt 25.4)” (Bíblia de Estudo Pentecostal).

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