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  • POUSO E DECOLAGEM DO AVIÃO SUPERSÔNICO, O CONCORDE

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    CONCORDE
    O que aconteceu aos aviões Concorde agora que não voam?

    Foi o único o avião comercial supersônico para além do russo Tupolev Tu-144. Capaz de atingir o dobro da velocidade do som, o Concorde foi considerado um dos aviões mais belos e um feito de engenharia espantoso, mas teve uma curta carreira comercial de apenas 28 anos.
    Durante 28 anos o Concorde transportou passageiros entre Londres, Paris e os EUA, atingindo altitudes de 60,000 pés e velocidades mach 2.04 (quase 2200 km por hora), ligando Paris a Nova Iorque em apenas 3.5 horas.
    Mas o ruído que fazia ao ultrapassar a barreira do som levou à proibição do voo supersónico sobre terra, o que afetou a sua viabilidade económica. O impacto ambiental foi também uma preocupação que se acentuou a partir dos anos 80, mas o grande golpe foi a queda de um Concorde em Paris, logo após a descolagem, causando a morte a 113 pessoas em 2000. O acidente levou a grandes quebras na procura e o Concorde tornou-se inviável comercialmente, levando à sua retirada de circulação em 2003. A maior parte dos aviões foi conservada em museus nos EUA e na Europa.
    Ao todo, foram construídos 20 Concordes, 14 dos quais realizaram voos comerciais ao serviço da British Airways e da Air France. Os restantes foram protótipos e modelos de pré-produção, à exceção de dois que foram construídos para serviço comercial, mas que nunca chegaram a voar. O primeiro protótipo voou pela primeira vez a dois de março de 1969, o primeiro voo comercial foi a seis de dezembro de 1973. O último voo foi a 26 de novembro de 2003.

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