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  • Pedro Abrunhosa – “Para os Braços da Minha Mãe” com Camané (Gravado ao Vivo)

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    Pedro Abrunhosa – “Para os Braços da Minha Mãe” com participação especial de Camané (Gravado ao Vivo) – Álbum ‘Contramão’ [02.12.2013]
    Comprar: http://bit.ly/1cYRbuT

    Música e Letra – Pedro Abrunhosa
    Produção – Pedro Abrunhosa e João Bessa
    Gravação – Estúdio Namouche por João Bessa assistido por Quim Monte
    Misturado e Masterizado nos Boomstudios por João Bessa

    Videoclip
    Voz – Pedro Abrunhosa e Camané
    Piano – Eurico Amorim
    Quarteto de Cordas de Matosinhos

    Produção: Mínima Ideia
    Realização: Lionel Balteiro
    Direcção de Fotografia: Lionel Balteiro
    Direcção de Produção: Ana da Silva Rodrigues
    Coordenação de conteúdos: Luis Hipólito
    Produção: Joana Pessoa / Cristina Alves / Paulo Galvão
    Edição: Lionel Balteiro
    2 Operador de camera: Diogo Coelho
    Operador Grua: Gonçalo Colaço
    Assistente Grua: João Lino
    Make Up: Susana Neiva
    Material Técnico by: hi-techwonder.com

    PARA OS BRAÇOS DA MINHA MÃE
    (Pedro Abrunhosa/Pedro Abrunhosa)

    Cheguei ao fundo da estrada,
    Duas léguas de nada,
    Não sei que força me mantém.
    É tão cinzenta a Alemanha
    E a saudade tamanha,
    E o verão nunca mais vem.
    Quero ir para casa
    Embarcar num golpe de asa,
    Pisar a terra em brasa,
    Que a noite já aí vem.
    Quero voltar
    Para os braços da minha mãe,
    Quero voltar
    Para os braços da minha mãe.

    Trouxe um pouco de terra,
    Cheira a pinheiro e a serra,
    Voam pombas
    No beiral.
    Fiz vinte anos no chão,
    Na noite de Amsterdão,
    Comprei amor
    Pelo jornal.
    Quero ir para casa
    Embarcar num golpe de asa,
    Pisar a terra em brasa,
    Que a noite já aí vem.
    Quero voltar
    Para os braços da minha mãe,
    Quero voltar
    Para os braços da minha mãe.

    Vim em passo de bala,
    Um diploma na mala,
    Deixei o meu amor p’ra trás.
    Faz tanto frio em Paris,
    Sou já memória e raiz,
    Ninguém sai donde tem Paz.
    Quero ir para casa
    Embarcar num golpe de asa,
    Pisar a terra em brasa,
    Que a noite já aí vem.
    Quero voltar
    Para os braços da minha mãe,
    Quero voltar
    Para os braços da minha mãe.

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