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  • MARCHA DAS VAGABUNDAS (SLUT WALK) EM FLORIANÓPOLIS HD

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    Marcha das Vadias (Slut Walk) ganha ruas de Florianópolis HD

    A Marcha das Vadias, movimento mundial de protesto contra violências às mulheres, aconteceu neste sábado (18) em Florianópolis. As “vagabundas” e simpatizantes se concentraram no Trapiche da avenida Beira-Mar, por volta das 15 horas, e seguiram caminhando pela orla.

    Segundo organizadores do evento, “a marcha está vinculada junto a Marcha da Liberdade, pois ambas dialogam no sentido de se dizer o que pensa e ser quem é”.

    O evento foi criado no começo do ano quando um representante da polícia do Canadá deu uma palestra em uma universidade de Toronto dizendo que as mulheres deveriam evitar se vestir como prostitutas para não serem vítimas de estupro.

    A afirmação deu origem a “Slut Walk”, a Marcha das Vadias. Além de Toronto (Canadá), que reuniu mais de 3 mil pessoas, a marcha já foi realizada nas cidades de Los Angeles e Chicagos (EUA), Buenos Aires (Argentina), Amsterdã (Holanda), entre outras cidades do mundo.

    No site oficial da Slut Walk, a organização diz que historicamente o termo slut (puta, vagabunda ou vadia, em português) tem conotação negativa e se tornou ferramenta de acusação grave de caráter.

    “Não é culpa dos nossos vestidos, salto alto, regatas, saias e afins que todos os dias mulheres são desrespeitadas e agredidas sexualmente, isso é culpa do machismo ainda muito presente na nossa sociedade. As mulheres do mundo estão se unindo!”, diz a apresentação do evento no site “Slut Walk Toronto”.

    São Paulo

    No dia 04 de junho, a Marcha das Vadias foi realizada em São Paulo e reuniu cerca de 300 pessoas na praça do Ciclista, entre a av. Paulista com a rua da Consolação, segundo estimativa da Polícia Militar. Na página do Facebook, mais de 6 mil pessoas haviam confirmado presença no evento.

    A organizadora do evento em São Paulo, Madô Lopez, disse em seu blog que já foi insultada pelas roupas que usava, em cantadas e gracinhas feitas por homens.

    “Chega de sermos recriminadas e discriminadas nas ruas porque usamos saias, leggings, regatas, vestidos justos, chega de sermos reprimidas e intimidadas porque somos mulheres, porque somos femininas e porque queremos nos sentir sensuais, bora pras ruas mulherada! Não é porque uso saia que sou puta!”, escreve ela.

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