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  • Japão x Brasil: Que inveja e que vergonha

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    JAPÃO – Tecnologia pode ajudar japoneses no caso de novos grandes terremotos
    Em março de 2011, a tecnologia japonesa não conseguiu deter o tsunami, mas foi eficiente contra o terremoto. Pesquisas ganharam impulso depois do acidente nuclear na Usina de Fukushima.

    Em março do ano passado, a tecnologia japonesa não conseguiu deter o tsunami, mas foi eficiente contra o terremoto. Em Sendai, a maior cidade atingida pelas duas tragédias, o prédio da prefeitura sofreu algumas rachaduras, mas ficou em pé graças a amortecedores instalados nas janelas.

    Um funcionário conta que simulações feitas em computador mostram que, se não fossem os amortecedores, o sétimo e o oitavo andares teriam desabado. O equipamento funciona como um amortecedor de carro quando o motorista passa por uma estrada esburacada.

    Uma tecnologia ainda mais avançada foi usada em uma ponte inaugurada em fevereiro. Para ver o que torna a ponte tão segura, é preciso descer para baixo da pista e seguir por um estreito andaime a mais de 40 metros de altura, até chegar ao vão central.

    Nos dois maiores pilares da ponte, que ficam dentro da Baía de Tóquio, foi instalado o principal sistema antiterremoto. Ele tem duas partes: um bloco de borracha de 50 centímetros e, dentro dele, há duas placas que têm a função de compensar a força do tremor.

    BRASIL – Pontes que ligam São Paulo a MS e a Minas estão em péssimo estado
    Atravessar a que liga SP a MG, na região noroeste paulista, é enfrentar buracos e asfalto precário. Ir para MS também é um transtorno: entre Castilho e Três Lagoas, a pista está com remendos e desníveis.

    No noroeste paulista, a repórter Daniela Golfieri foi conferir as pontes que ligam o estado de São Paulo a Mato Grosso do Sul e a Minas Gerais.

    A grade de proteção caiu e o conserto não inspira confiança. Atravessar a ponte que liga São Paulo a Minas Gerais, na região noroeste paulista, é enfrentar buracos e asfalto precário.

    Em outro ponto da travessia entre os dois estados, em Icém, o asfalto está em boas condições. Mas vista de baixo, a ponte, construída na década de 70, está deteriorada, com ferragens à mostra.

    Ir para outro estado vizinho, Mato Grosso do Sul, também é um transtorno. Entre Castilho e Três Lagoas, a pista está cheia de remendos e desníveis. O motorista tem que passar sobre uma usina hidrelétrica e é neste ponto que a situação está mais complicada. Em vez de reparos, uma placa de alerta para os motoristas.

    Em outro ponto de divisa com o mesmo estado, paisagem de lavoura: pés de milho e algodão crescem ao longo das muretas. Brotaram de sementes que caíram dos caminhões.

    É o sinal da falta de manutenção em uma das maiores pontes fluviais do país. Construída sobre o Rio Paraná, ela liga os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A ponte tem quase quatro quilômetros de extensão e quem passa por ela percebe: a estrutura precisa de melhorias. Tudo é gigantesco. Menos o cuidado.

    Na obra, que custou R$ 500 milhões, há buracos e muito mato. “Pintura, asfalto e iluminação são precários. Tem muito buraco e muito remendo mal feito”, alerta o gestor ambiental Heller Nogueira.

    Um contraste com a importância estratégica para as exportações. Pela ponte passam também trens, que carregam principalmente soja até o Porto de Santos. Falta também segurança, que faz o local virar uma atração perigosa. Turistas se arriscam na linha dos trens. A falta de cuidado com as pontes nas divisas de São Paulo pode interromper a travessia de muita gente.

    Vídeo: Jornal Nacional – TV Globo
    Informações: Portal G1

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