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  • Fantástico Documentário revela novas histórias de tragédias em Hiroshima e Nagasaki

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    Há exatos 70 anos, a humanidade conheceu o poder de destruição de uma arma devastadora, a bomba atômica. Na quinta-feira (6), o Japão lembrou o ataque à cidade de Hiroshima. Neste domingo (9), foi dia de lembrar Nagasaki. Os sobreviventes carregam cicatrizes muito mais profundas do que as queimaduras da radiação, são as lembranças do horror nuclear.
    Essas pessoas carregam mais do que simplesmente as marcas do tempo. Elas têm as lembranças vivas de um dos mais duros momentos da história. “Vimos o grande avião prateado no céu. Minha vó nos chamou para tomar café, entramos em casa e logo depois veio a explosão”, conta Masahiro Sasaki.
    “Quando a bomba atômica explodiu, eu fui lançado a 15 metros de distância. Minha roupa estava queimada, eu sangrava pelo corpo inteiro”, diz Sunao Tsuboi.
    Foi há 70 anos, em duas cidades japonesas: Hiroshima e Nagasaki. Mais de 200 mil pessoas morreram e outras milhares ficaram marcadas para sempre.
    Tanto em Nagasaki quanto em Hiroshima, quem escapou da tragédia nuclear é chamado de “hibakusha”, que significa sobrevivente da bomba. Hibakushas estavam nas cidades no dia dos ataques, ou chegaram até 14 dias depois, mas ficaram a uma distância de até dois quilômetros do ponto central das explosões. Isso inclui as mulheres grávidas e os bebês que elas levavam na barriga. Para todas essas pessoas, o grande perigo era a radiação.

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