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  • ALINE – BRENO SAUER QUARTETO

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    BRENO SAUER
    Breno Sauer Quarteto — 4 no Sucesso (1966)
    ALINE – CHRISTOPHE
    Breno Sauer (vibraphone) — Portinho (drums) — Adão (piano) — Erne (baixo)
    Breno Sauer nasceu em Porto Alegre, Brasil, em 1930. Tanto seu pai como seus três irmãos também eram músicos. Ele começou tocando acordeom em um grupo Regional (violão, cavaquinho, flauta, pandeiro e acordeom) acompanhando calouros no rádio.
    Influenciado pelo Art Van Damme Quinteto, montou um grupo com a mesma formação — guitarra elétrica, vibrafone, baixo, bateria e acordeom. Mais tarde ele próprio passou a tocar o vibrafone.
    Em 1959 grava “Viva o Samba”, com o seu Quinteto.
    Em 1960, ainda tocando acordeom, gravou o LP “Viva a Música” com o Breno Sauer Quinteto. Era uma música de baile. Tocam até Beethoven “Para Elise” ao som de vibrafone e acordeom.
    Em 1961 mudou-se para Curitiba e formou um grupo pra tocar em boate. Mais tarde foi para o eixo Rio e São Paulo onde estavam as melhores oportunidades de trabalho e desenvolvimento profissional.
    Em 1962, com um sexteto, grava “Viva O Ritmo”.
    Em 1963 grava o disco “Viva a Bossa” e o “Sambabessa”
    Seu “primeiro disco”, segundo ele, se esquecendo dos anteriores, foi Breno Sauer Quinteto — “Viva O Samba” e “Viva O Ritmo”. Depois gravou “Sambabessa e Agostinho” acompanhando o cantor Agostinho dos Santos. A partir de então, agora na linha do conjunto Modern Jazz Quartet, formou o Breno Sauer Quarteto. Com essa formação gravou em 1965 o “4 Na Bossa” e em 1966 “4 No Sucesso”. Com esse grupo gravou, no México, com Leny Andrade, Pery Ribeiro e Altamiro Carrilho. Foi aclamado com o prêmio de Melhor Grupo em 1965 e 1966 no Brasil.
    Em 1967 partiu para uma turnê no México com o seu grupo Breno Sauer Quarteto. O México, depois dos EUA, foi o destino de muitos músicos brasileiros. Assim como Breno, João Gilberto, Carlos Lyra, Luizinho Eça com o seu Tamba Trio, Primo Trio, Leny Andrade, Pery Ribeiro, Luis Carlos Vinhas e muitos outros gravaram bons discos lá. Morou lá por um bom tempo. Gravou um excelente disco com Leny Andrade no México.
    Em 1974 foi pra Chicago, USA, e formou o grupo Made in Brasil, com músicos de diferentes nacionalidades residentes no país (americano, japonês, brasileiro, cubano). A base era trompete, sax, piano, baixo, bateria, percussão e voz. Esse nome Made in Brasil logo foi abandonado por haver no Brasil uma banda de rock com esse mesmo nome. Então ele trocou o nome para Som Brasil. Em 1983 esse grupo gravou o disco “Tudo Jóia” que foi muito bem recebido pela crítica. O Som Brasil conta com sua esposa Neusa como cantora. Acho que ainda estão na ativa.
    Embora Breno Sauer tenha feito grande sucesso no Brasil, hoje está totalmente esquecido. Não encontrei uma biografia. Uma lástima. Por isso resolvi escrever um pouco sobre este grande músico.
    Ainda é uma biografia incompleta, pois Breno Sauer gravou muito. Principalmente nas décadas de 60 e 70. Tem muito disco perdido por aí.
    Informações de Deia, do Rio Grande do Sul, para o grupo Cantinho da Música Clássica e Jazz.
    Aline
    Christophe
    J’avais dessiné sur le sable
    Son doux visage qui me souriait
    Puis il a plu sur cette plage
    Dans cet orage, elle a disparu
    Et j’ai crié, crié, Aline, pour qu’elle revienne
    Et j’ai pleuré, pleuré, oh! j’avais trop de peine
    Je me suis assis auprès de son âme
    Mais la belle dame s’était enfuie
    Je l’ai cherchée sans plus y croire
    Et sans un espoir, pour me guider
    Et j’ai crié, crié, Aline, pour qu’elle revienne
    Et j’ai pleuré, pleuré, oh! j’avais trop de peine
    Je n’ai gardé que ce doux visage
    Comme une épave sur le sable mouillé
    Et j’ai crié, crié, Aline, pour qu’elle revienne
    Et j’ai pleuré, pleuré, oh! j’avais trop de peine
    Et j’ai crié, crié, Aline, pour qu’elle revienne
    Et j’ai pleuré, pleuré, oh! j’avais trop de peine.
    Aline
    Agnaldo Timóteo
    Ontem retornei
    A areia
    Branca e ardente
    E em vão, te esperei
    Ouvi teu riso
    Que era um gizo
    Que uma onda
    Trouxe aos meus pés
    E eu chamei, chamei
    Aline, estou aqui
    E eu chorei, chorei
    Um mar, só por ti
    Risquei na areia
    O teu rosto lindo
    Sempre sorrindo
    Talvez, de mim
    A onda mansa
    Tudo apagou
    Mesmo a esperança
    De te encontrar
    E eu chamei, chamei
    Aline, estou aqui
    E eu chorei, chorei
    Um mar, só por ti
    Segui ouvindo
    Um sino ao longe
    Que anunciava
    Outro amanhecer
    E eu chamei, chamei
    Aline, estou aqui
    E eu chorei, chorei
    Um mar, só por ti
    E eu chamei, chamei
    Aline, estou aqui..
    (Vídeo de Antônio Augusto dos Santos, Antônio Bocaiúva, antaugsan, Divinópolis, Bocaiúva, Minas Gerais. Fotos e imagens da Internet. Em 13/02/2013)

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